terça-feira, 10 de maio de 2011

Somos refletores

Eu aprendi ao decorrer da minha vida que temos que tirar proveito de todas as coisas, até as ruins, pois até essas terão uma lição.
Mas eu confesso que as lições às vezes são duras demais, que acabam transformando sentimentos. E os sentimentos, são tão estranhos, a tristeza é tão exata como dizia Renato Russo, mas porque ser exata e ruim e o amor ser incerto? Às vezes me vem flashs na cabeça de momentos tão felizes e de momentos tão tristes, em menos de um minuto consigo me lembrar de tudo, mas não consigo me esquecer de nada. O que é verdadeiro? O que é ilusão?
Nossa mente tem o poder de transformar as coisas, o nosso coração nunca sabe à hora certa de decidir as coisas. Logo eu que sempre defendi a teoria dos fortes que arriscam tudo sem medo e olha só, momento de lapso, estou com medo. Medo nem sei do que, talvez de fazer escolhas, não gosto de fazer escolhas. As alternativas me deixam confusa e todas elas têm um lado positivo e outro negativo. Creio que não existe o certo ou o errado. Só existem as escolhas, mas cada escolha de um individuo reflete o sofrimento em outro. Já não chega de sofrimento? Ou essa é a lei de alguma física que eu ainda desconheço?

domingo, 24 de abril de 2011

O amor e outras catástrofes da natureza


Como sempre os seres humanos trazendo sua incoerência para o palco do mundo e deixando outras cabeças confusas. Quem nunca sofreu de amor? O amor nunca sabe quem vai machucar, mas sempre machuca alguém, isso é fato. É incerto, oscilante, catastrófico, resumindo é uma merda. Você se entrega, vive intensamente, faz sacrifícios, e quando menos espera está perdida de novo, sem rumo, sem amor, e tudo porque amou. O amar é cuidado, adoração, respeito, consideração e principalmente viver todos os dias como se fosse o último, isso não acaba isso sim permanece sempre. O que termina é a mentira, a máscara cai e quando se descobre que o amor de um lado morreu, não há o que fazer, além de viver e esperar a próxima decepção.
Algumas pessoas permanecem a vida toda nadando na superfície, não encaram um desafio. Preferem ficar perto daquilo que é mais fácil de agarrar, nadar mais pro fundo é mergulhar de cabeça e não ter medo, algumas pessoas simplesmente vivem com medo ou não. É assim que o amor funciona, algumas pessoas se entregam e vivem, outras te deixam com desculpas esfarrapadas e se pré ocupam demais com coisas que não há necessidade.
De qualquer maneira no mundo de hoje quem não mergulha tem mais chances de não sofrer e quem os faz vive no perigo de se afundar. O importante é que ao afundar é nadar para superfície bem longe daquela que só te olhou afundar.
E o show tem que continuar.

quinta-feira, 17 de março de 2011

O Bieber que me desculpe, mas é de Brad que gostamos

Hoje eu estava produzindo uma pauta e nela eu abordava a evolução da moda. Que por sinal é magnífica quando se trata de toda aquela libertação da mente dos jovens, com grandes sucessos do cinema com muito estilo no figurino como Grease e Embalos de Sábalo a Noite. No século XX, onde a evolução maior foi na moda masculina. Os garotos arrasando na vaidade.
As tendências são magníficas, coleção outono/inverno masculina do Alexandre Herchcovitch por exemplo está amazing. Mas o que acaba com meu coração é a parte da pauta onde peço para a pessoa que irá produzir a matéria entrevistar jovens para saber quais são suas referências. E sim eu já sei resposta e ela dói um pouco, sem preconceito nenhum, mas ela dói. Restart? Justin Bieber? Lógico!
Dica: Meninos, usem e abusem de suas franjas e roupas psicodélicaspor enquanto, mas façam um favor a vida sexual ativa de vocês? A partir dos 21 anos NO MÁXIMO, assistam só um pouco das tendências masculinas no SPFW (que por sinal esse ano foi mais uma vez sensacional).

xoxo

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Grease


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Desfile inverno SPFW 2011 Alexandre Herchcovitch

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Happy NEW year? OK!

Eu aposto que não sou a única no mundo que me acho azarada. Creio que seja karma, porque não é possível, a vida não provocaria tanto a minha ira conhecendo o meu controle pessoal. Não é a primeira vez que trago, pra quem quiser ler, experiências tortuosas de minha miserável pessoa.
Quem nesse mundinho de meu Deus, como bons Brasileiros que somos, não queriam começar o ano, pegando uma corzinha na praia? Tomando uma caipirinha, comendo um milhinho, vai nessa meu amigo, vai colocando pra dentro tudo que se tem direito. Nós comerciantes e creio que a maioria dos trabalhadores, se matam no final do ano, trabalham de domingo a domingo sem folga, faz horas extras, puxa o saco do chefe, tudo pra pegar um final de semana se quer na praia. É aí que entra a ironia dessa vida abençoada. Ninguém se lembra que no litoral brasileiro normalmente nessa época do ano a virose é mais fácil de pegar do que uma garoa em SP, só vai lembrar disso depois de ir pro hospital, passar os dias dentro do apartamento, que fica a quadras dalí da praia, dopado de Dramin e Buscopan e com uma dieta saudável de miojo sem tempero, acompanhado de gatorade, intercalados com uma ou vinte idas ao banheiro.
Você volta, mais branco do que foi, mais magro do que foi e todo mundo te pergunta: "Nooossa bem, nem parece que você foi pra praia, choveu lá? Não fez sol?"
Pois é, ainda não tenho uma explicação e não achei nenhuma que me convecesse desse fenômeno que a minha sorte. Eu só não entendo. Na virada do ano, você passar de branco, comer lentilha empuleirada na mesa, colacar dinheiro dentro do sutiã, rezar pra todos os deuses possíveis pra ter paz, amor, SAÚDE. Pular sete ondinhas, dormir com lençol novo, tomar banho com toalha nova, fazer de tudo, o que você ler na revistinha do João Bidu que traz bons fluídos. Adiantou?
Os astros devem estar me castigando, pela vida passada. Vou largar mão de superstição, quem sabe eles não tentam me convencer e me dão uns bônus, porque fica a dica, a sorte é pior que homem cretino e mal acostumado, não gosta muito de gente que corre atrás.

xoxo
Tamylin.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Um dia de sorte.

Uma das leis de Murphy diz o seguinte, "Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível." Exatamente, irão acontecer e não adianta tentar de todas as maneiras possíveis evitar.
Meu dia começou hoje na maior malemolência, levantei com tanta preguiça, que nem a maquiagem da festa da noite anterior tive coragem de tirar. Não me julgue, quem nunca foi trabalhar com a mesma maquiagem da festa que foi ontem? Enfim, demorei exatos 20 minutos para conseguir acabar de comer meu 1/3 de pão com margarina e tomar uma xícara de café (pra conseguir trabalhar de olhos abertos). Os pés doendo do salto, a cabeça doendo da cerveja, os olhos ardendo da maquiagem e o sono me matando por dentro. Trabalhei, mas o pior não foi ás 6h no tronco, foi o que veio depois. Já ouviu dizer que a "preça é inimiga da perfeição"? OK!JÁ ENTENDI! DA PRÓXIMA EU VOU SEM PRESSA! Coloquei meus pés pra fora do serviço caiu um balde de chuva em cima de mim, andei até meu carro a quase 3 quadras dalí, entrei no carro ensopada, a chuva parou. SIM! A CHUVA PAROU!Se tem uma coisa que eu odeio é ficar molhada com um básico cheiro de mofo e passar calor. Após a chuva, saiu um sol do núcleo do limbo que eu só queria mergulhar numa piscina de gelo, meu ar condicionado eu não podia ligar, o combustível estava na reserva. Você acha que acabou? Esquece. Cheguei em casa, ela estava fechada, não me deixaram chave, cadê a chave? Lá dentro na mesa. Olhei pela janela a desgraçada estava lá rachando o bico da minha cara e eu podia ouvir o "você não pe pega!" lá de dentro. MORRI!Arrombei a janela, peguei uma vassoura e tentei alcançar a chave, bati minha cabeça na janela que chegou a quebrar meu óculos que estava pendurado na cabeça. De uma coisa eu sei, vontade de ir ao banheiro, sede, fome, calor, roupa molhada e pra fora de casa, em um dia só, é digno de umas boas doses de Whisky pra desestressar.
E amanhã? Deus me livre do desgraçado do Murphy.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Um dia de Gisele Bundchen

Nesse sábado (13) recebi um telefonema durante o trabalho; Era minha prima Ethiene dizendo que as fotos que iriamos fazer, que no caso eu ia ser modelete, dos vestidos desenhados por ela pro tcc, seriam ás 17h. Ok! Eu sairia ás 16h e tranquilíssimas iriamos fazer as fotos. (ilusão)
Dalí a pouco recebi de novo o telefonema dela, "tem um vestido que ele só tem corrente nos peitos e sem forro, você liga?" Pensei: "E agora José?", mas respondi com maior calma do mundo "nããão, problema algum a gente da um jeito." Dá um jeito mesmo, pedi para minha colega de trabalho Natalia ajuda e companhia pra ir comigo e pensamos vamos comprar aquele bagulho de adesivo de tampar a dignidade. Porém a eficiente Ethiene Pini já tinha comprado, afinal ela zela pela prima dela que iria fazer as fotos.
17h20 sai todo mundo correndo pra costureira que ficou de terminar alguns vestidos, uma longa viagem até a casa dela, na cidade aqui do lado de Bauru, Pagani. Sede, ansiedade, nervosismo, tempo e tudo passando pelas veias. Conseguimos pegar os vestidos prontos, passa pega o Flávio, deixa a Nat, pega a Mayra e a fé.
Chegamos no estúdio 19h, maquiagem Mayra arrasando (muitos risos e pausas e palpite da Ethiene Nervosa Ansiosa Pini durante a make up), cabelo e fotos, fotos, fotos, fotos, troca de vestido, fotos, fotos e assim vai.
Resultado: Muitas risadas, tempo com minha prima depois de muuuito tempo sem curtir ela, fotos maravilhosas e 23h vamos todos exaustos pra casa, ops, espera, não ainda não acabou, vai pra casa tira o batão preto, coloca uma roupa chique, deixa o cabelo como está porque foi mergulhado no Laque e sai pra jantar com o namorado.
E eu agradeço a todos por esse dia. Flávio (fotógrafo), Paulo (dono da casa-estudio), Mayra (make up), Ethiene (design das roupas e dona de toda essa arte), Rafael (carrega tudo, apoio moral), Natalia (pelas aulas de postura antes da sessão), Filipi (por ter elogiado, me amado e me levado pra jantar depois de horas sem comer).

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Eu que amo tanto

O amor, a dor, o ciúme e a insanidade andam lado a lado. O equilíbrio é algo um tanto quanto difícil de obter. As mulheres normalmente amam intensamente, é questão de personalidade não de maioridade, é impulsivo, é involuntário, simplesmente se entregam, algumas nem percebem os erros, a obsessão, a gravidade de amar demais. Mas percebem o sofrimento, se rebaixam e o amor próprio diminui. O ciúme se torna doentio, a desconfiança insuportável, o amor cego e a vida sem sentido. O viver já não é algo pessoal, o motivo pelo qual se vive nada mais é do que o próprio amor por outro alguém. Não há um passo se quer que seja pensando e repensado, atinge um grau de adoração sufocante. E todo o controle se vai sem ao menos perceber e quando vem à tona é tarde demais.
Entrega-se a alma, o corpo e a mente a algo estudado por milhares de cientistas, discutido por filósofos e escritos por renomados poetas, mas jamais decifrado, o amor.

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Pintura de Edvard Munch, Amor e Dor ou Vampiro

Essa pintura Munch refez algumas vezes, no começo a intenção era de um homem desolado, solitário buscando aconchego nos braços de uma mulher. Depois a intenção era de que a mulher mordesse o pescoço, sugando o sangue como se aquele homem e seu sangue pertencessem a ela e a mais ninguém. E para finalizar faz com que fique parecendo dolorosa, a dor de amar, o amar doentio.